“Ainda não é momento de pensar em eleição”, afirma Taques

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O governador Pedro Taques (PSDB), acompanhado de parlamentares e autoridades do Estado, participou da abertura da 33º edição da Exponop, quarta-feira. Durante a visita, além de conhecer a exposição, aproveitou para ressaltar a sua preocupação com a atual situação da saúde no em Mato Grosso, cuja dívida com 7 unidades de saúde da região chega a cerca de R$ 42 milhões somente neste ano.

A dívida tem gerado um considerável desgaste na sua gestão e Taques fez questão de ressaltar que ainda não está pensando em reeleição.

“Vamos deixar a eleição para o momento dela em 2018. Agora tenho problemas maiores que é o enfrentamento aos problemas da saúde. Eu não serei um governador completo se não resolver o problema da saúde. Não posso mais pedir paciência às pessoas que adoecem, tenho consciência do problema e estou trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível”, destacou.

Ao ser questionado se os recursos do Fethab seriam uma alternativa, o tucano assegurou que sim, mas que as prefeituras necessitam dos valores. “Já repassamos R$ 600 milhões em dois anos e quatro meses, para as rodovias não pavimentadas, e entendemos a posição dos prefeitos”, explicou.

Durante o evento Taques ainda entregou 7 viaturas paras Polícias Militar e Civil de Sinop.

Saúde Nortão 

Nos últimos dias a mídia tem mostrado incansavelmente a situação dos hospitais regionais em Mato Grosso. Ao todo são sete unidades. Ocorre que um em si ganhou destaque nacional. Em Sorriso, o ex-diretor técnico Roberto Satoshi até chorou em uma entrevista coletiva, ao relatar a falta de medicamentos, alimentação, atrasos nos salários, entre outras demandas. A diretora geral da mesma unidade Lígia Leite, entregou o cargo e alegou desgaste físico, mental e pessoal.

Em Sinop, o Hospital Regional passou a atender por regulação ou referenciado, ou seja, os pacientes que não forem encaminhados pelo Corpo de Bombeiros, ou não passarem pela UPA 24h, não são atendidos.

No mês passado índios bloquearam a MT-320 que dá acesso a Colíder em uma manifestação. Eles cobravam respostas sobre a falta de repasses ao Hospital Regional do município.  A pediatria estava parada e os partos eram realizados em outros municípios. Contudo, após negociações, foi autorizado a contratação de médicos pediatras para a reabertura do setor na unidade.

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