Aniversariantes de agosto recebem 13º salário no dia 20 em MT

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O Governo do Estado anunciou nesta quarta-feira que irá pagar o décimo terceiro salário dos servidores que fizeram aniversário em agosto no próximo dia 20.

A medida faz-se necessária em decorrência do pagamento da segunda parcela da dívida dolarizada junto ao Bank Of América este mês, às frustrações de receitas e às pressões que o tesouro do Estado vem sofrendo em decorrência de várias demandas.

Somente este mês o Estado já realizou o pagamento da folha líquida do mês de agosto de todos os servidores da ativa, aposentados, pensionistas e das autarquias totalizando R$ 443,820 milhões. Além disso, também foram destinados R$ 111,446 milhões para pagamento da segunda parcela dívida dolarizada com o Bank of América, o que totalizou R$ 555,266 milhões.

O Governo reforça que não tem medido esforços para continuar pagando os salários e o décimo terceiro salário do funcionalismo em dia.

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Mesmo com a previsão de melhoria na receita tendo em vista a esperada aprovação do Proposta de Emenda a Constituição (PEC) do Teto de Gastos, os servidores do Executivo só devem voltar a receber os salários no último dia útil do mês em 2019. “Teremos um equilíbrio tênue do gasto com pessoal a partir de 2019 e com isso poderemos governar melhor”, explicou o secretário de Planejamento Guilherme Müller.

A mensagem que foi enviada pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) não deve influenciar na realização do concurso da Educação, cujo edital foi divulgado no início de agosto e está em andamento, com as datas das provas agendadas para este mês. Além disso, os concursados da lista de espera do Departamento de Transito Estadual (Detran) devem ser chamados de acordo com o limite estabelecido de gastos com pessoal. A homologação do concurso completou dois anos e apenas 30% dos aprovados foram nomeados.

“Concurso que já foi realizado vai continuar chamando, mas dentro do limite estabelecido nos gastos, que não pode gastar mais que a inflação. No caso da educação que já está em andamento e pela origem ele vai ao encontro do que está estabelecido na PEC, que é a reposição dos terceirizados da educação que foi exigido pelo Ministério Público”, explicou Müller.

Fica estabelecido também que no segundo ano de vigência do projeto, o Conselho de Gestão Fiscal irá avaliar os índices de cumprimento e de retorno das metas fiscais e assim poderá ser avaliado a realização de novos concursos. “Em 2019 haver a avaliação desse regime e vai estabelecer a partir daí qual política que vai continuar e pode estabelecer a criação de concurso publico para tais áreas”, ressaltou o secretário de Planejamento. (Rafael Medeiros Gcom + Jornal AGazeta)

 

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