Como já esperado, estado deve pagar salários somente dia 20 de Dezembro

Secretário de Fazenda,, Gustavo de Oliveira, concedeu entrevista a radio Capital Fm

Novamente servidores do estado devem receber o salario este mês atrasado, bem provável que até o dia 20 de dezembro, caso não haja a liberação do Fundo de Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX) e de outros recursos pleiteados pelo Governo do Estado.

De acordo com o secretário da Sefaz-MT (Estado de Fazenda) Gustavo de Oliveira, em entrevista a radio capital; O pagamento depende do comportamento da receita e desses recursos. O FEX deveria ter sido votado na Câmara Federal na noite de quarta-feira (29), mas ficou para esta semana apesar de ser apresentado em regime de urgência.

Segundo Secretario sem a verba o pagamento do salário seguirá a “tendência” do ocorrido no mês passado. Na ocasião, 88% dos servidores, que recebiam até R$ 5 mil, receberam no dia 10 de novembro, quem ganha entre R$ 5 mil a R$ 10 mil (ou R$ 14,1 mil brutos) recebeu só dia 14 e o restante foi pago apenas no dia 22.

Gustavo disse também na radio, que foram repassados aproximadamente R$ 107 milhões aos Poderes. Os recursos são oriundos da Fonte 100 e de uma dívida que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) possui com o Estado.

O representante da Fazenda estadual disse ainda que Mato Grosso tem um “desencaixe financeiro” de R$ 700 milhões e que “hoje” as previsões a serem passadas aos servidores  é “conservadora e pessimista”.

Além dos salários, o repasse do duodécimo aos Poderes como Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Tribunal de Contas do Estado e Defensoria Pública também está em atraso.

O governador Pedro Taques (PSDB) embarcou nesta segunda-feira (4) para mais uma viagem a Brasília. Taques pretende buscar apoio para acelerar a votação do Fundo de Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), que está emperrada na Câmara dos Deputados.

Lembrando .. Mato Grosso tem direito a R$ 496 milhões, sendo R$ 372 milhões ao Estado e o restante dividido entre as prefeituras, de acordo com os percentuais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). (Rafael Medeiros Especial para Fato e Noticia)

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