Gaeco cumpre mandados de prisão contra funcionários da AL e Tribunal de Contas

Gaeco deflagra segunda fase da Convescote. Foto: Reprodução Assessoria.

Com objetivo de acabar com um esquema milionário de corrupção na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e Tribunal de Contas do Estado, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), formado pelo Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar, está cumprindo 11 mandados de prisão preventiva nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Cáceres, desde o início da manhã desta terça-feira (20/06).

Além dos policiais civis e militares, promotores de Justiça e delegados de Polícia do Gaeco, estão participando do cumprimento dos mandados judiciais policiais do Batalhão de Operações Policiais (BOPE), Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Metropolitana (ROTAM), Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), Força Tática de Cáceres e Várzea Grande, totalizando mais de 100 agentes envolvidos na deflagração da operação.

A operação visa desarticular uma organização criminosa, articulada para prestar consultoria “fantasma”, criada para saquear os cofres públicos, notadamente recursos da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso e Tribunal de Contas do Estado de Mato  Grosso. Isso por intermédio da Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (FAESP), entidade vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) da cidade de Cáceres.

Além do crime de constituição de organização criminosa, também há indicativos da prática de peculato, lavagem de capitais e corrupção ativa.

De acordo com as informações iniciais, também estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e 4 de condução coercitiva, porém os nomes dos conduzidos ainda não foram revelados.  Os mandados foram determinados pela juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma Arruda.

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