No ano passado, a ferramenta ocupava apenas a décima posição no ranking. A escalada, analisa a seguradora, se dá pela velocidade de adoção da tecnologia e a sua falta de regulação.
O risco, para os empresários, é concentrado nas áreas de governança, ética e em erros algorítmicos. Além do receio do uso criminoso para automatização de ataques cibernéticos, os entrevistados citam a incerteza jurídica sobre possíveis danos causados pela IA e o medo que decisões baseadas nos atuais modelos generativos prejudiquem os negócios.
O ranking destaca, entre os demais fatores de preocupação dos empresários, os incidentes cibernéticos (31%) – incluindo violação de dados e interrupções de serviço. Temas como mudanças na legislação e regulamentação (28%) – incluindo leis de proteção de dados e projetos para regulamentar a IA –, mudanças climáticas (27%) e catástrofes naturais (21%) também foram citados.











