HomeNotíciaCampinas publica decreto para a Operação Chuvas de Verão 2024/2025; entenda

Campinas publica decreto para a Operação Chuvas de Verão 2024/2025; entenda

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Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil (PCPDC) envolve vários órgãos atuando em situações de emergência e desastres causadas pela estação chuvosa

Reprodução/Prefeitura de Campinas

A Prefeitura de Campinas publicou na edição do Diário Oficial desta sexta-feira, 22 de novembro, o decreto da Operação Chuvas de Verão 2024/2025. A Operação começa oficialmente no dia 1º de dezembro de 2024  e se estende até 31 de março de 2025, mas pode ser antecipada ou prorrogada se as condições meteorológicas adversas exigirem.

O documento nº 23.661 apresenta o Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil (PCPDC);  texto pode ser consultado na íntegra por meio do link  

A Operação Chuvas de Verão reúne vários órgãos do poder público para atuar em situações de emergência e desastres ocasionados pelos temporais. A estratégia utilizada pela Defesa Civil do município, que coordena o Comitê Municipal de Gestão de Risco e Desastres, visa mobilizar várias áreas para o enfrentamento dos eventos climáticos durante o  período mais chuvoso do ano.

As medidas incluem o acompanhamento de índices pluviométricos e previsão meteorológica, com envio de alertas à população e aos órgãos responsáveis, vistorias em área de risco e adoção de medidas antecipadas para reduzir riscos.

O Comitê é composto por um representante titular e um suplente das Secretarias Municipais de Governo, por meio da Defesa Civil; Desenvolvimento e Assistência Social; Saúde; Serviços Públicos; Comunicação; Urbanismo; Habitação; Educação; Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade; Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa); e Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). 

De acordo com o coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado, a Operação Chuvas de Verão é um importante instrumento de gestão para enfrentar o período mais chuvoso do ano. “O plano elaborado pelo Comitê, além de ser padronizado com as 20 cidades da Região Metropolitana de Campinas também contempla a atuação sistêmica entre todos os órgãos públicos e a comunidade em geral”, explicou.

Furtado destacou que, neste ano, o fechamento dos parques e bosques da cidade, irá ocorrer de forma regionalizada, quando o volume de chuva ultrapassar 80 milímetros no acumulado de 72 horas. “Como ocorre habitualmente, a Defesa Civil encaminhará o boletim com o índice pluviométrico para a Secretaria de Serviços Públicos, responsável pela gestão dos parques e bosques da cidade. A Pasta vai avaliar, de acordo com o índice de cada região, qual equipamento deverá ser fechado para acesso da população”, detalhou.

O diretor reforçou ainda que esse tipo de medida visa garantir a segurança dos frequentadores dos parques e bosques da cidade.

Plano de contingência

O decreto institui o Plano de Contingência. As ações do Comitê são balizadas de acordo com os níveis pluviométricos pré-estabelecidos pelo Sistema Integrado de Defesa Civil (Sidec) . São considerados os níveis de chuvas para definição das ações:

I – estado de observação: até 80mm de chuva, acompanhamento dos índices pluviométricos;

II – estado de atenção: a partir de 80,1mm, vistoria de campo nas áreas anteriormente identificadas;

III – estado de alerta: após vistoria de órgão técnico designado pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cepdec), remoção preventiva da população das áreas de risco iminente indicadas pelas vistorias;

IV – estado de alerta máximo: remoção de toda a população que habita áreas de risco, indicadas por vistoria técnica, por órgão designado pela Cepdec.

Setores de risco do município

O documento também aponta as áreas de risco da cidade. Os setores de alto risco de movimento de massas e inundações são mapeados pelo Serviço Geológico do Brasil da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), empresa governamental vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

01 – Vale das Garças – Vila Holândia;

02 – Jardim Santa Mônica, Jardim São Marcos e Jardim Campineiro;

03 – Jardim Ipaussurama;

04 – Jardim Rossin – Núcleo Princesa D´Oeste, Jardim Florence II;

05 – Jardim Florence I;

06 – Jardim Campina Grande, Satélite Íris;

07 – Sousas – Rua Quinze de Novembro “Beco do Mokarzel”;

08 – Jardim Novo Flamboyant “Buraco do Sapo”;

09 – Jardim Novo Flamboyant;

10 – Jardim Itatiaia – Jardim São Fernando – Jardim Baronesa;

11 – Jardim Andorinhas;

12 – Jardim Tamoio – Rua Salomão Abud;

13 – Parque Oziel;

14 – Jardim Monte Cristo – Jardim do Lago I – Jardim das Bandeiras II;

15 – Jardim Irmãos Sigrist;

16 – Jardim Santo Antônio – Rua Martinica;

17 – Parque Universitário – Avenida Aglaia;

18 – Jardim Campos Elíseos.

Informações e Créditos Melhor FM

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