O primeiro dia da greve dos servidores municipais de Limeira teve uma forte participação da categoria. Cerca de 800 a 1.000 trabalhadores se reuniram em frente ao Paço Municipal, demonstrando insatisfação com a falta de negociação por parte da administração do prefeito Murilo Félix.
O movimento foi organizado pelo SINDSEL, em conjunto com o Sinde-Guarda e a APEOESP, contando com a adesão de servidores de diversas áreas, incluindo saúde, educação e transporte, além de outros setores essenciais.
Negociações travadas: Prefeitura posterga reunião e servidores cobram urgência
Na noite anterior à paralisação, a Prefeitura de Limeira propôs uma reunião para o dia seguinte (27), na tentativa de evitar a greve. No entanto, os servidores argumentaram que o prazo para negociações já havia se esgotado e exigiram que a conversa ocorresse ainda no dia de hoje (26).
Durante a manhã, o secretário de Educação, Antônio Montesano Neto, convocou a presidente do SINDSEL, Nicinha Lopes, e Érika Monteiro, representante da APEOESP, para discutir a situação. Entretanto, após mais de 30 minutos de espera, a administração não oficializou a mesa de negociação, ampliando o descontentamento da categoria.
Greve continua e expectativa é de maior mobilização
Sem uma resposta concreta do governo municipal, os servidores decidiram manter a paralisação. O segundo dia de greve está marcado para esta quinta-feira (27), a partir das 8h, novamente em frente ao Paço Municipal. A expectativa é que o movimento ganhe ainda mais força, aumentando a pressão para que a Prefeitura atenda às reivindicações salariais e de melhores condições de trabalho.
Segundo se mostra a mobilização, A greve seguirá por tempo indeterminado até que a administração municipal apresente uma proposta que atenda às necessidades da categoria.
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