Um agente da Polícia Civil do Rio de Janeiro morreu após ser baleado na noite do domingo 30, quando estava de folga. João Pedro Marquini era integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), considerada a “tropa de elite” da corporação.
A própria Polícia Civil investiga o caso, mas não divulgou detalhes. O policial era casado com a juíza Tula Mello, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Segundo o G1, o casal percorria a Estrada de Guaratiba, na zona oeste da capital fluminense, em veículos separados. A juíza, que estava em um carro blindado, sobreviveu ao ataque.
Segundo levantamento do Instituto Fogo Cruzado, este é o 37º caso de ataque a tiros contra agentes das forças de segurança na região metropolitana do Rio de Janeiro só neste ano. Em quase metade dos casos, como ocorreu com Marquini, as vítimas estavam de folga.
O Fogo Cruzado contabiliza 22 mortes entre os agentes atacados, sendo 15 policiais militares, quatro policiais civis, um militar do Exército, outro da Marinha e um integrante dos quadros de órgão socioeducativo.












