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    PF abrirá inquérito para apurar supostas irregularidades no leilão de arroz – Política – CartaCapital

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    A Polícia Federal deve instaurar ainda nesta quarta-feira 12 um inquérito para apurar eventuais irregularidades no leilão do governo federal para a importação de arroz.

    A investigação focará nas empresas e na participação de servidores públicos.

    Na terça 11, o governo decidiu anular o leilão realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento em 6 de maio e cancelar a compra das 263,3 mil toneladas do produto.

    Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o governo avalia haver no conjunto das empresas vencedoras uma maioria com “fragilidades”. Ele mencionou companhias que “não têm capacidade financeira de operar um volume financeiro desse tamanho”.

    Já o presidente da Conab, Edegar Pretto, afirmou que o objetivo é realizar um novo leilão, em outro modelo, a fim de garantir a contratação de empresas com capacidade técnica e financeira.

    No leilão anulado, o preço médio de cada saco de arroz de cinco quilos foi de aproximadamente 25 reais. Participaram do certame e arremataram lotes empresas sem histórico de participação no mercado de cereais.

    O governo Lula decidiu importar arroz em decorrência das enchentes no Rio Grande do Sul, estado responsável por 70% da produção nacional do grão.

    Outro impacto concreto dos problemas do leilão é a saída de Neri Geller da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. A demissão consta da edição desta quarta do Diário Oficial da União.

    Inicialmente, Fávaro anunciou na terça-feira que Geller havia pedido demissão. Horas depois, no entanto, o agora ex-secretário afirmouCartaCapital não ter solicitado a saída do cargo.

    A demissão ocorreu devido a uma suspeita de conflito de interesse. O diretor de Abastecimento da Conab, Thiago dos Santos, é uma indicação de Geller. Além disso, a Foco Corretora de Grãos, uma das principais corretoras do leilão, é do empresário Robson Almeida de França, que foi assessor parlamentar de Geller na Câmara e sócio de Marcello Geller, filho do secretário. O ex-secretário nega qualquer irregularidade.



    Informações são do site Carta Capital, Clique aqui

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