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STF forma maioria para manter a prisão de Robinho por estupro – Esporte – CartaCapital

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O Supremo Tribunal Federal (STF) tem maioria para manutenção da prisão do ex-jogador Robson de Souza, o Robinho, condenado na Itália pelo crime de estupro. O Supremo analisa pedido de habeas corpus da defesa do ex-atleta.

Nesta sexta-feira 22, o ministro Alexandre de Moraes depositou seu voto contrário à soltura do jogador. Ele se junta aos ministros Luiz Fux (relator do caso), Cármen Lúcia, Edson Fachin, Luiz Roberto Barroso e Cristiano Zanin – totalizando seis votos, mais da metade dos 11 totais. Gilmar Mendes defendeu a soltura.

Os ministros do Supremo que ainda não revelaram seus votos têm até o próximo dia 26 para se manifestarem no plenário virtual. Nesse prazo pode haver, também, um novo pedido de vista.

Entenda o caso

O STF analisa dois pedidos de liberdade apresentados pela defesa de Robinho, condenado pela Justiça da Itália a nove anos de prisão por estupro. A condenação refere-se a um episódio ocorrido em 2013, quando o então jogador e outros cinco homens teriam violentado uma mulher albanesa em uma boate em Milão.

Robinho foi condenado pela Justiça italiana em 2017, com sentença transitada em julgado (não cabendo mais recurso) em janeiro de 2022. Como o jogador voltou ao Brasil antes do término do processo, a Itália solicitou ao Brasil a homologação da sentença e a transferência da execução da pena, com base no Tratado de Extradição firmado entre os dois países.

Com a sentença definitiva da Itália, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou, em março deste ano, a transferência da execução da pena para o Brasil e determinou a prisão imediata do ex-jogador.

A defesa de Robinho, porém, contesta a decisão do STJ. O argumento principal é que o mecanismo de transferência de pena, previsto na Lei de Migração de 2017, não poderia ser aplicado a um crime ocorrido em 2013. Segundo os advogados do ex-atleta condenado por violência sexual, a ordem de prisão seria inconstitucional, pois foi emitida sem a devida análise de recursos contra a transferência da condenação.

Os advogados pedem, ainda, que Robinho fique em liberdade até o esgotamento dos recursos possíveis contra a decisão de validação da sentença da Justiça italiana no Brasil.

Robinho está preso desde o dia 21 de março deste ano. O jogador foi levado à prisão pela Polícia Federal poucas horas após o STJ confirmar a homologação da decisão do tribunal italiano. Desde então, os advogados do ex-atleta tentam tirá-lo da prisão, ainda que temporariamente. Por enquanto, sem sucesso.

Informações são do site Carta Capital, Clique aqui

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