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    Licença paternidade estendida pode reduzir casos de depressão e burnout materno – CartaCapital

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    Quase sete em cada dez pais brasileiros não têm acesso a uma licença paternidade além dos cinco dias previstos em lei, segundo o IBGE.

    A limitação impacta diretamente a saúde das mães no pós-parto, período em que quadros de ansiedade, depressão e burnout materno tendem a se intensificar diante da falta de apoio.

    Especialistas apontam que ampliar a licença paternidade é mais do que uma questão de direitos trabalhistas: é uma medida de saúde pública, capaz de garantir melhores condições emocionais às mulheres e favorecer o desenvolvimento saudável dos bebês.

    Apoio no pós-parto

    O período pós-parto é considerado um dos mais delicados para a saúde mental da mulher. A falta de suporte emocional e prático aumenta os riscos de depressão pós-parto e burnout materno. Estudos indicam que o envolvimento da família e do parceiro é decisivo para a prevenção desses quadros.

    A realidade brasileira

    Segundo o IBGE, apenas 30% dos pais têm acesso a licença paternidade maior que os cinco dias previstos em lei. A limitação dificulta a participação ativa no cuidado com o bebê e no apoio à mãe.

    A visão da especialista

    Para Nicole Amorim, psicóloga especialista em saúde mental materna, “a presença do parceiro e de uma rede de apoio estruturada atua diretamente na redução dos níveis de ansiedade e depressão materna. A licença paternidade mais longa permite que o pai se envolva nas rotinas e desafios do pós-parto, o que alivia a sobrecarga da mãe e favorece a saúde emocional da família como um todo.”

    Redes de cuidado

    Além do parceiro, o suporte de familiares, amigos e serviços especializados contribui para a criação de um ambiente saudável. Pesquisas internacionais mostram que mulheres com maior apoio social apresentam índices mais baixos de transtornos depressivos após o parto.

    Nicole reforça que “a licença paternidade não deve ser vista apenas como um direito do pai, mas como uma estratégia de saúde pública para garantir melhores condições emocionais às mães e favorecer o desenvolvimento saudável dos bebês.”

    Desconstrução de mitos

    A psicóloga alerta ainda para o impacto das expectativas irreais. “Nenhuma mulher deve enfrentar a maternidade sozinha. O fortalecimento das redes de cuidado é fundamental para transformar a experiência materna em algo mais acolhedor e sustentável.”

    Informações são do site Carta Capital, Clique aqui

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