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    Futuro “Hospital da Criança” prepara equipe para atendimento a crianças com TEA

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    Os profissionais que atuarão no futuro Centro de Saúde da Criança, conhecido como “Hospital da Criança”, participaram na tarde desta quinta-feira (2) de uma capacitação sobre “Atendimento Hospitalar à Criança do Transtorno do Espectro Autista (TEA)”. A unidade, que será reaberta pela Prefeitura de Limeira na primeira quinzena de outubro, funcionará 24 horas na Rua Sete de Setembro, 932, sob gestão do Hospital Humanitária. O espaço contará com uma sala de espera adaptada para crianças com TEA, com isolamento acústico e recursos específicos para tornar o atendimento mais acolhedor.

    Cerca de 40 profissionais – entre médicos, equipe de enfermagem e pessoal administrativo – participaram do treinamento, ministrado pela vice-diretora do AME-TEA, Vânia Sena, no anfiteatro da Humanitária. O AME-TEA é um serviço especializado de atendimento a crianças e adolescentes com autismo, que atua por meio de trabalho intersetorial entre as secretarias de Saúde e de Educação.

    Especialista em Educação Especial e em Análise do Comportamento Aplicada (ABA), Vânia Sena destacou que o atendimento a crianças com autismo representa um grande desafio. Muitas são não verbais ou têm dificuldade de comunicação, e ainda, costumam ter comorbidades, como distúrbios gástricos e transtorno de ansiedade.

    Ela observou que diversos fatores podem desencadear crises de ansiedade na criança com TEA, como mudança da rotina, ambientes novos, ficar cercado por pessoas desconhecidas, ser exposta a ruídos, cheiros fortes, luzes, novas texturas de roupas, etc. Segundo Vânia, é fundamental compreender as especificidades do TEA, incluindo o “ciclo de crise” da criança autista, para evitar a escalada do episódio, preservar a segurança e eliminar barreiras no atendimento.

    O superintendente do Hospital Humanitária, Eduardo Dermonde, ressaltou que a capacitação é essencial para garantir acolhimento adequado. “O prefeito Murilo Félix solicitou que a nova unidade tivesse uma área exclusiva para crianças autistas, mas além do espaço físico, é fundamental que a equipe tenha conhecimento e qualificação técnica”, afirmou.

    Também esteve presente à atividade a responsável técnica pela Enfermagem da Humanitária, Samanta Kelly Braga.

     

    Informações PML

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