Após o governo de Donald Trump capturar Nicolás Maduro neste sábado, 3, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva por ter se posicionado ao lado do ditador venezuelano. Na gravação divulgada nas redes sociais, o chefe do Poder Executivo estadual disse que Maduro permaneceu no poder “porque houve conivência, omissão e até apoio explícito de quem insistiu em chamar um ditador de companheiro”.
O governador de São Paulo ainda se referiu ao ditador venezuelano como “cruel e corrupto”. “Por muitos anos, milhões de venezuelanos também foram capturados, perderam seus negócios, foram obrigados a deixar o próprio país e viram a esperança ir embora. Uma ditadura não cai da noite para o dia. Ela corrói as instituições por dentro, pouco a pouco, e quem paga o preço mais alto é sempre a população”, disse.
Tarcísio foi o último entre os principais opositores de Lula a se manifestar sobre a captura de Maduro. Mais cedo, outros governadores brasileiros demonstraram apoio ao ataque norte-americano em solo venezuelano. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), parabenizou Donald Trump e chamou a ação militar de “brilhante decisão de libertar o povo da Venezuela”.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), também celebrou as ações de guerra de Trump, que bombardeou Caracas e várias outras cidades da Venezuela antes de capturas Maduro. “Que este 3 de janeiro entre para a história como o dia da libertação do povo venezuelano, oprimido há mais de 20 anos pela narcoditadura chavista”, disse. O mineiro Romeu Zema (Novo) desejou que a queda de Maduro torne a Venezuela aberta ao mercado em um futuro breve. “Que a queda de Maduro sirva para que o povo venezuelano finalmente reencontre paz, estabilidade e o caminho do desenvolvimento”, afirmou.











