O parlamentar apontou que os animais migraram por córregos até as lagoas artificiais do parque, fixando-se no local devido à ausência de predadores e à alimentação inadequada fornecida por transeuntes. A situação se agravou após atos de vandalismo destruírem o gradil de proteção instalado no entorno das lagoas, permitindo que as capivaras invadissem as ruas do bairro. “O risco real de acidentes ficou evidente na semana passada, quando uma capivara foi atropelada e morreu em uma rua da cidade”, destacou o vereador.
“Deixar esses animais no asfalto, expostos a atropelamentos e comendo lixo, não é proteção, é abandono. Um animal morreu atropelado por um carro, mas se fosse um motociclista, a tragédia poderia não ser somente a morte da capivara, mas também a do condutor ou do passageiro. O verdadeiro respeito à vida selvagem é fazer o manejo correto para uma reserva ambiental de verdade, longe dos perigos da cidade e garantindo a segurança da nossa população”, afirmou Marcio do Estacionamento.
No requerimento, o vereador faz quatro cobranças centrais à Prefeitura: a elaboração de um plano de manejo e remoção, questionando a existência de estudos junto aos órgãos ambientais, como Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetas) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para a transferência de animais para reservas ecológicas fora da área urbana e medidas de prevenção à febre maculosa, com a solicitação de um cronograma de vistorias biológicas e aplicação de ações de controle do carrapato-estrela nas áreas afetadas.
Além de ações de segurança e manutenção, exigindo o reparo imediato dos gradis danificados no Parque do Jardim do Lago e fiscalização contra vandalismo, bem como campanhas de conscientização educativas para alertar os moradores sobre a proibição e os perigos de alimentar animais.
Do Gabinete Parlamentar – Vereador Márcio do Estacionamento (DC)
*Fotos do Gabinete Parlamentar











