Atualização (02/08/2024) – YB
Parece que o desejo de Elon Musk de expandir o seu número de satélites na órbita do Brasil está sendo ameaçado, pois a Viasat, uma empresa de internet banda larga, pediu para que a Anatel negasse o pedido da Starlink (SpaceX) de incluir mais de 7,5 mil satélites de segunda geração da companhia (GEN2) na órbita do Brasil para operar nas bandas E, Ka e Ku.
A Viasat apontou, em contribuição à Consulta Pública da Anatel, que não foram incluídas informações importantes na solicitação feita pela empresa espacial de Musk, então é pedido que a Anatel não aceite o pedido.
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Vale destacar também que a Viasat é uma concorrente direta da Starlink. A empresa destacou também que a Anatel não possui dados relevantes sobre os parâmetros técnicos dos novos satélites que a empresa deseja adicionar e nem mesmo quais são as frequências adicionais usadas.
A ausência desses dados pode fazer com que o órgão regulador não consiga fazer uma avaliação precisa dos impactos técnicos e também regulatório que podem surgir com a expansão de novos satélites, que por sua vez pode variar entre 7,5 mil a 29 mil.
A Viasat também critica a inclusão deste número de satélites por exceder os limites de densidade espectral de potência equivalente (EPFD) que foi implementado pelo Regulamento de Rádio da UIT (União Internacional de Telecomunicações).
A empresa também reforça que a inclusão de milhares de novos satélites e o uso de frequências adicionais da Banda E podem fazer com que a Starlink ganhe uma vantagem desleal em relação aos seus concorrentes. Não deixe de conferir também mais sobre o pedido da Starlink para a Anatel.
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Texto original – 22/07/2024
Starlink pede aval da Anatel para explorar mais 7,5 mil satélites no Brasil
A Starlink solicitou o direito de exploração no Brasil de 7,5 mil novos satélites à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Conforme noticiado pelo Telesíntese, a iniciativa faz referência à segunda geração da constelação de satélites de baixa órbita que a companhia possui.
Vale destacar que a empresa já recebeu aval da Federal Communications Commission (FCC) para ativar os equipamentos nos Estados Unidos. A diferença é que a autorização foi dada para somente 7,5 mil dos 29.988 satélites que a marca pediu. Esses instrumentos operam nas órbitas de 525 km a 535 km.
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Em relação à Anatel, a agência colocou o pedido em consulta pública para receber comentários de outras empresas para verificar se existe algum risco de interferência ou dee convivência não harmonizada com os novos satélites da empresa de Elon Musk. Do mesmo modo, ela deseja saber se precisa tomar uma ação “para fomentar a sustentabilidade espacial de longo prazo”.
Os novos equipamentos devem funcionar nas radiofrequências de 10,7 GHz a 12,7 GHz (enlace de descida) e 14 GHz a 14,5 GHz (enlace de subida) e que correspondem à Banda Ku. Do mesmo modo, os referentes à Banda Ka operam em 17,8 GHz a 18,6 GHz e 18,8 GHz e 19,3 GHz (enlaces de decida), bem como 27,5 GHz a 28,6 GHz e 28,8 GHz a 30 GHz (enlaces de subida).
A Banda E, por sua vez, é correspondida pelas radiofrequências de 71 GHz a 76 GHz (enlace de descida) e 81 GHz a 86 GHz (enlace de subida).
Quanto à consulta pública, ela está disponível a partir desta segunda-feira (22) no site de participação da Anatel e o prazo é até às 23h59 do dia 31 de julho.
Confira também: o novo recorde de velocidade de internet móvel batido pela empresa e o início da instalação das antenas da Starlink em viaturas pelo governo de SC.
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