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    Em disco autoral, Joyce Moreno exalta a mulher com uma voz acolhedora e sem exageros – CartaCapital

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    O novo disco de Joyce Moreno, O Mar É Mulher, nos lembra de que a cantora e compositora já trabalha com esse universo desde o início da carreira.

    Feminina (1980), uma de suas canções, virou até hino, com letra em forma de diálogo sobre o que é ser mulher: “Ô, mãe, me explica, me ensina, me diz o que é feminina…”

    Portanto, as músicas do álbum recém-lançado não surgiram do nada, mas representam o desenrolar da carreira de Joyce.

    O Mar É Mulher (Biscoito Fino) reúne dez canções, cinco delas em parceria com Paulo César Pinheiro, João Donato e Donatinho, Zé Renato, Jards Macalé e Ronaldo Bastos.

    O disco começa com a faixa-título, que relaciona a mulher ao mar entre mistérios, agitos e calmaria.

    Em Um Abraço do João, parceria com Jards Macalé, uma saudação afetuosa ao inesquecível João Gilberto.

    Já em Canção de Búzios, a voz afinada de Joyce encontra a rica poesia de Ronaldo Bastos. Na quarta faixa, Adeus, Amélia, uma brincadeira em forma de contraponto à clássica Ai, Que Saudades da Amélia (Mario Lago e Ataulfo Alves).

    Com Paulo César Pinheiro, Joyce fala na canção Novelo sobre a paixão ardente na ótica da mulher. Na sexta faixa, Imperador, a mulher está no centro, em uma música assinada com o falecido João Donato e o seu filho Donatinho.

    As três canções seguintes são todas de Joyce. Os Ventos, dedicada a uma amiga, alinha a força da natureza a mudanças. Tudo em Casa é um lindo tema instrumental. Já em Comigo, a cantora trata da independência da mulher.

    O álbum termina com Desarmonia, composta em parceria com Zé Renato, uma exaltação à poesia na composição.

    Joyce Moreno, que fez a direção musical, toca violão no disco. A banda do trabalho conta com seu marido Tutty Moreno (bateria e percussão), Helio Alves (piano), Marcos Nimrichter (piano), Rodolfo Stroeter (baixo), Jorge Helder (baixo), Teco Cardoso (flauta), Rafael Rocha (trombone), Jessé Sadoc (trompete) e Marcelo Martins (sax-tenor).

    É um álbum a demonstrar que a voz feminina de Joyce Moreno continua afiada e acolhedora, seja no canto ou nas composições. Mais um ótimo trabalho da cantora e compositora.

    Informações são do site Carta Capital, Clique aqui

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